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Ta de Boa

Jovem indígena celebra conquista ao registrar identidade de gênero e nome étnico em documentos

by admin
27 de abril de 2025
in Notícia, z manchete
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Aos 27 anos, Seté Payayá alcançou uma conquista histórica: teve reconhecidos, em seus documentos oficiais, tanto a identidade de gênero não binário quanto o nome indígena. Morador(a) da comunidade Cabeceira do Rio, em Utinga, na Chapada Diamantina, Seté conseguiu a retificação da certidão de nascimento com o apoio da Defensoria Pública da Bahia (DPE/BA), em um procedimento extrajudicial garantido por atos normativos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Anos antes, Seté chegou a buscar informações para alterar apenas o prenome, mas se deparou com custos altos e entraves burocráticos. A situação mudou após atendimento durante o Acampamento Terra Livre – Bahia, maior assembleia dos povos indígenas do estado, onde soube que também poderia incluir a identidade de gênero e o nome étnico nos registros civis.

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“Esse documento não altera quem somos, mas tem uma importância para fora. Ele garante que as futuras gerações que descenderem de mim terão essa origem documentada. E mostrar minha identidade de gênero pode inspirar outras pessoas a se sentirem confortáveis para serem quem são”, refletiu Seté.

Para a coordenadora do Núcleo de Igualdade Étnica da DPE/BA, Aléssia Tuxá, a conquista representa um avanço fundamental no reconhecimento dos direitos dos povos indígenas. “O direito ao nome é pleno e precisa ser respeitado. Ainda ouvimos muitos relatos de indígenas impedidos de registrar seus filhos com nomes em sua própria língua, por resistência de cartórios”, explicou a defensora pública.

Após a retificação, concluída em março, Seté já conseguiu atualizar os dados na Receita Federal e emitir a nova carteira de identidade, celebrando o que considera uma vitória pessoal e coletiva: o direito de existir com dignidade, na própria identidade.

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